Proteção
e Blindagem Patrimonial - Planejamento Tributário
- Reorganização Societária
- Contabilidade - Auditoria - Reestruturação
Organizacional - Plano de Negócios
- Recuperação de Créditos
Tributários
Serviços
de Consultoria com profissionais altamente
qualificados e com ampla experiência
nas áreas Fiscal, Tributária
e Contábil.
Queremos que você somente avance na
leitura deste texto, se não conseguir
responder a três perguntas que lhe faremos:
1. A sua empresa é lucrativa?
2. A sua empresa paga muito imposto?
3. Tem a empresa na mão?
Com o advento da Lei 10.833, criou-se uma
nova cultura de arrecadação
que nada mais é que cópia fiel
aplicada nos Paises desenvolvidos, e este
sistema está definido como sistema
piramidal de arrecadação.
O que vem a ser "o sistema piramidal
de arrecadação":
São os grandes controlando os pequenos,
por exemplo: quando o tomador de serviços
paga o prestador de serviços, ele retem
os impostos e contribuições,
repassando-os para o Governo, garantindo assim
a arrecadação de tributos, ou
seja, a fatia da receita que lhe cabe. Pergunto-lhes,
porque controlar os pequenos que são
em maior numero se podemos controlar os grandes
que fazem os pagamentos e repassam a parte
que interessa ao Governo ?
Consequencias negativas do sistema piramidal:
Se as empresas de pequeno e medio porte, não
tiverem um controle interno rigoroso, certamente
estarão pagando em duplicidade seus
impostos e contribuições, está
é a realidade com que nos deparamos
e na maioria dos casos, prejudicando a capacidade
de pagamento das empresas levando a mesma
ao endividamento com entes tributários,
fato este que poderia ser evitado se a empresa
viesse a utilizar os impostos e contribuições
retidas e seus devidos créditos tributários
oriundos de apuração de resultado.
Diante do exposto,
apresentamos a seguir um exemplo prático
que é muito comum nas empresas pela
falta de controle interno e mau preparo dos
profissionais que na maioria das vezes não
possui formação contábil,
o que dificulta a análise da Legislação
cujo impacto recai diretamente no caixa da
empresa sob forma negativa.
Exemplo de Empresa sem Controle Interno:
............................Alíquota............Jan/2008
Faturamento.................................1.000.000
PIS............................0,65%...............6.500
COFINS......................3,00%..............30.000
IRPJ...........................4,90%..............48.000
CSLL..........................2,88%..............28.800
Total..............................................113.300
Exemplo de Empresa com Controle Interno:
............................Alíquota............Jan/2008
Faturamento.................................1.000.000
PIS............................0,65%...............6.500
COFINS......................3,00%..............30.000
IRPJ...........................4,90%..............48.000
CSLL..........................2,88%..............28.800
Total..............................................113.300
Deduções PIS..............65,00%..............6.500
Deduções COFINS..........3,00%.............30.000
Deduções de IR.............1,50%.............15.000
Deduções de CSLL.........1,00%.............10.000
Total das Deduções.............................61.500
Total a Pagar.....................................51.800
Nota: Verificamos através do exemplo
acima que a empresa sem controle pode ter
desembolsado o valor de R$ 61.500. Este reflexo
no caixa é mensal, se multiplicarmos
este valor por 12 meses, o impacto seria de
R$ 738.000 ao ano.
O exemplo citado tem como base apenas o cálculo
dos impostos indiretos. Para um resultado
mais relevante, sugerimos um Planejamento
Tributário e Societário, que
trará além de um beneficio financeiro,
um beneficio econômico. Propiciará
aos gestores uma visão patrimonial,
dando-lhes a oportunidade de se anteciparem
a fatos que poderão ser irreversíveis
para a sua empresa, portanto, planejamento
é o segredo do sucesso para as pequenas
e médias empresas.
Muitos empreendedores, especialmente os pequenos,
morrem de medo ao ouvir falar em balanço,
capital de giro, planejamento tributário,
etc... No entanto, este problema pode ser
mais simples do que parece. Entender este
balaio de números se resume a avaliar
apenas três indicadores. Se o empresário
souber os números do fluxo de caixa,
da margem de contribuição e
do demonstrativo de resultados, tem a empresa
na mão.
Um trabalho de gestão empresarial integral,
que pode ser chamado de gestão de desempenho,
e da elaboração de um plano
de negócios, pode aliviar e solucionar
estes problemas. Pois com um plano bem delineado,
a empresa diminui significativamente seus
riscos, por conhecê-los de antemão
e possuir soluções previamente
pensadas, responderão as perguntas
elencadas no inicio do texto.
Agende um visita para conversar com um dos
nossos consultores especializados nas seguintes
soluções corporativas:
- Planejamento
Tributário;
- Blindagem Patrimonial;
- Reestruturação Organizacional;
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Caixa;
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Tributários;